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Mostrando postagens de setembro, 2026

O que acontece com uma marca que só fala de preço?

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Existe uma estratégia de venda que parece funcionar muito bem no começo. Desconto. Promoção. Oferta especial. “Só hoje.” “Últimas unidades.” “Preço imperdível.” O consumidor reage, a campanha gera movimento e a empresa comemora. Então surge a próxima campanha. E outra. E mais uma. Até que aparece uma pergunta que poucas empresas fazem: o que acontece quando o cliente se acostuma a comprar sua marca apenas quando existe desconto? É aí que uma estratégia aparentemente eficiente pode começar a criar um problema maior. A empresa aumenta as promoções, mas o consumidor passa a esperar por elas. O preço deixa de ser um incentivo. Passa a ser uma condição. Quando o preço vira o principal argumento, a marca começa a perder espaço para o concorrente que oferecer um preço menor. O consumidor aprende aquilo que a empresa ensina Se toda comunicação diz “aproveite o desconto”, a mensagem que fica não é necessariamente “essa empresa é excelente”. Pode ser simplesmente: “Vale a pena comprar quando est...

O que sua campanha diz quando ninguém está prestando atenção?

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  Uma campanha começa muito antes de alguém clicar em um anúncio. Antes da venda. Antes do orçamento. Antes mesmo de o consumidor perceber que está considerando uma marca. Ela começa quando aquela marca aparece pela primeira vez no caminho de alguém. Pode ser em um outdoor. Em um vídeo. No Google. No Instagram. No rádio. Em uma indicação. Ou simplesmente em uma mensagem que chamou atenção por alguns segundos. O problema é que muitas empresas pensam no marketing apenas no momento em que precisam vender. Criam uma campanha, anunciam uma oferta, esperam o resultado e, depois que a ação termina, desaparecem. Até chegar a próxima necessidade comercial. Mas será que uma marca consegue ser lembrada dessa maneira? A compra pode acontecer muito depois do primeiro contato Imagine que uma pessoa ainda não precise do seu produto hoje. Ela vê sua marca. Não compra. Alguns dias depois, encontra novamente. Ainda não compra. Pesquisa alguma informação relacionada ao seu segm...

Sua empresa precisa mesmo estar em todas as redes sociais?

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  Existe uma frase que se tornou quase uma obrigação no marketing: “Precisamos estar em todas as redes.” Instagram. Facebook. LinkedIn. TikTok. YouTube. Pinterest. E, quando surge uma nova plataforma, aparece outra pergunta: “Será que precisamos entrar também?” Mas talvez essa seja a pergunta errada. Porque estar em uma rede social não significa necessariamente construir presença. E publicar em cinco plataformas não significa ter cinco vezes mais chances de vender. Às vezes, significa apenas ter cinco canais que precisam ser alimentados sem que nenhum deles esteja realmente cumprindo uma função estratégica. O problema não é estar em muitas redes. É não saber por que está em cada uma Toda plataforma tem características diferentes. As pessoas consomem conteúdo de maneiras diferentes. Os objetivos também mudam. Uma empresa pode usar uma rede para construir autoridade. Outra para gerar relacionamento. Outra para apresentar produtos. Outra para alcançar novos públi...

Você precisa de mais clientes ou de uma marca que seja lembrada quando eles estiverem prontos para comprar?

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  Existe uma pressão constante no mundo dos negócios: precisamos de mais clientes. Mais leads. Mais contatos. Mais vendas. E, diante disso, muitas empresas concentram praticamente todo o esforço de marketing em uma única pergunta: “Como gerar uma venda agora?” A questão é que nem todo consumidor está pronto para comprar agora. E isso muda completamente a forma como uma marca deveria pensar sua comunicação. Nem todo mundo que conhece sua marca vai comprar hoje Imagine que uma pessoa veja sua empresa pela primeira vez. Ela ainda não conhece seu trabalho. Não sabe exatamente o que você oferece. Talvez nem tenha identificado que possui o problema que sua empresa resolve. Esperar que ela veja um anúncio e compre imediatamente pode ser uma expectativa pouco realista. Antes da compra existe uma construção. A pessoa precisa conhecer. Depois, reconhecer. Começa a prestar atenção. Compara. Pesquisa. Cria confiança. E, quando finalmente surge a necessidade, algumas marc...

Seu anúncio está trazendo clientes ou apenas cliques?

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  Você abriu o painel da campanha. Os números parecem bons. Muitos cliques. Boa taxa de interação. Impressões crescendo. Custo por clique aparentemente controlado. Mas existe uma pergunta que quase sempre fica para depois: quantas dessas pessoas realmente avançaram na direção de uma compra? Porque existe uma diferença enorme entre alguém clicar em um anúncio e alguém demonstrar interesse real pelo que sua empresa oferece. E essa diferença pode estar custando muito mais dinheiro do que aparece no relatório da campanha. O clique é o começo, não o resultado Um clique significa que alguma coisa chamou a atenção. Talvez o anúncio tenha despertado curiosidade. Talvez a oferta tenha parecido interessante. Talvez a pessoa simplesmente tenha querido saber mais. Mas nada disso significa que ela está pronta para comprar. É por isso que olhar apenas para métricas de mídia pode criar uma sensação perigosa de sucesso. Uma campanha pode gerar milhares de acessos e poucas oportun...

Outdoor, rádio e TV morreram? Ou as marcas esqueceram como usar esses canais?

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  Durante anos, uma pergunta começou a aparecer com frequência no mercado: Outdoor, rádio e TV ainda fazem sentido em um mundo dominado pelo digital? Com o crescimento das redes sociais, dos anúncios online, do tráfego pago e das novas ferramentas de segmentação, muitas empresas passaram a acreditar que a mídia tradicional havia perdido espaço. A lógica parecia simples: Se o consumidor está no celular, então toda a estratégia precisa estar no digital. Mas existe um problema nessa conclusão. Ela parte de uma ideia que o comportamento do consumidor nunca seguiu: a ideia de que as pessoas escolhem apenas um canal para se informar, descobrir marcas e tomar decisões. Na prática, a jornada acontece de forma muito mais complexa. Uma pessoa pode ver um outdoor no caminho para o trabalho. Ouvir uma campanha no rádio enquanto dirige. Receber uma indicação de alguém conhecido. Pesquisar a empresa no Google. Entrar no Instagram. Avaliar comentários. Conversar pelo WhatsApp. E ...

Por que algumas marcas aparecem em todos os lugares e outras parecem invisíveis?

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  O marketing não é uma disputa por presença. É uma disputa por lembrança. Existe uma sensação curiosa no mercado atual. Algumas marcas parecem estar em todos os lugares. Você vê uma campanha delas no Instagram. Depois encontra um anúncio quando pesquisa no Google. Passa por um outdoor no caminho. Ouve uma mensagem no rádio. Recebe uma indicação de alguém. Quando finalmente precisa daquele produto ou serviço, aquela marca já parece familiar. Enquanto isso, outras empresas também investem em marketing. Também publicam. Também fazem anúncios. Também contratam fornecedores. Mas continuam com a sensação de invisibilidade. A pergunta é: Por que algumas marcas conseguem ocupar espaço na mente do consumidor enquanto outras parecem desaparecer no meio da concorrência? A resposta provavelmente não está em estar em mais lugares. Está em estar nos lugares certos, com uma mensagem consistente. O consumidor não vive em um único canal Durante muito tempo, as empresas pensara...

Black Friday 2026: por que esperar novembro para começar sua campanha pode custar caro

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  Existe um erro recorrente no planejamento da Black Friday: tratar novembro como o começo da campanha. Não é. 27 de novembro de 2026 é a data da Black Friday. Para uma parte relevante dos consumidores, porém, a jornada que vai determinar o que será comprado naquele dia começa muito antes. Segundo dados divulgados pelo Google para a Black Friday 2026, 48% dos consumidores chegam à temporada com uma lista preparada e 44% já pesquisam preços e condições antecipadamente. Isso transforma completamente a pergunta estratégica. Em vez de pensar apenas em “como vender mais na Black Friday?”, empresas deveriam perguntar: como entrar na lista de possibilidades do consumidor antes da Black Friday? A decisão começa antes da promoção O consumidor aprendeu a desconfiar de descontos. Pesquisa preço, acompanha produto, compara lojas, verifica reputação, procura avaliações e tenta descobrir se aquela oferta realmente vale a pena. Uma pesquisa da Globo sobre a Black Friday 2026 mostra que 80% afirm...