Offline voltou? Na verdade, ele nunca saiu. Só ficou mais estratégico
Durante os últimos anos, muitas empresas passaram a tratar a mídia offline como algo antigo, ultrapassado ou secundário. Outdoor, rádio, TV, panfleto, material impresso e ações presenciais começaram a ser comparados diretamente com anúncios digitais, posts e campanhas de tráfego pago. Essa comparação, na maioria das vezes, nasce errada. O offline não deve ser analisado como se tivesse a mesma função de um clique em campanha digital. Ele atua em outra camada da jornada: lembrança, presença, autoridade, familiaridade e confiança. E, em um mercado cada vez mais disputado, essas camadas passaram a valer muito. O consumidor não decide em um único canal Uma das maiores ilusões do marketing atual é acreditar que o cliente viu um anúncio, clicou, entendeu tudo e comprou. Na vida real, a decisão é muito menos linear. O consumidor pode ver uma marca em um outdoor, ouvir o nome no rádio, receber uma indicação, pesquisar no Google, olhar avaliações, visitar o Instagram, entrar no site, conver...